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Do início de abril à primeira quinzena de maio, o contrato futuro do boi gordo para julho, momento em que a China deverá estar fora das compras em função da salvaguarda, caiu 2,8%, ou R$9,75/@.
Após as quedas das cotações ontem (6/5) para a vaca e o “boi China”, o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia.
Escalas alongadas, consumo ainda moderado e incertezas com a China mantêm o mercado cauteloso, apesar da estabilidade nas cotações.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
O mercado pecuário no Brasil tem passado por um bom momento com alta na arroba. O repórter Gustavo D’Angelo conversou com o analista da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
Especialistas apontam impactos globais no agro, força da carne bovina brasileira e reforçam o ciclo pecuário como base das decisões.
Volume de carne bovina recebido pela China, em mil toneladas, em janeiro e fevereiro de 2026, e o que resta da cota.
O avanço consistente dos embarques evidencia a crescente dependência do mercado chinês da carne bovina brasileira e reforça o descompasso entre o fluxo comercial e o recente limite estabelecido.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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